AMAZONAS

VACINA NO BRAÇO DO FILHO DOS OUTROS É REFRESCO…

A polêmica da imunização infantil foi o grande tema da semana. O percentual de crianças vacinadas está baixo simplesmente porque os pais não querem levar seus filhos para tomar a vacina, essa é a verdade. Poucos estão conscientes e confiantes na sua eficácia para as crianças, nem mesmo o CEO da Pfizer tomou, imagina os herdeiros do trono de ferro.

Antes que me chamem de “negacionista”, quero dizer que estou vacinado e posso apresentar tranquilamente meu cartão de vacinação, diferente de um certo senador que insiste em dizer que apenas na justiça irá comprovar sua regularidade vacinal, esse é um “mau caminho”.

A vacinação de crianças de 5 a 11 anos não inspira confiança nos pais, eles não acreditam na necessidade de vacinar seus filhos e a obrigatoriedade que se quer impor já é um indício claro que estão querendo invadir um direito que é de todos nós: o livre arbítrio. Nossa liberdade de decidir, de ir e vir é um direito constitucional de cada cidadão brasileiro.

Outro fator que tem me chamado muita atenção são os famosos, as celebridades e os políticos. O silêncio ensurdecedor que estão fazendo sobre o tema é algo que chama a atenção, eles deveriam promover uma campanha em massa filmando seus filhos e netos sendo vacinados, naquele estilo “lacradores de plantão”, não fazem nada, não apresentam seus lindos e formosos rebentos recebendo a dose mágica contra o maldito vírus chines. Na minha modesta opinião, eles, os deuses do Olimpo, simplesmente ainda não fizeram isso porque vacina no braço dos filhos dos outros é refresco.

Poderíamos enumerar aqui as celebridades amazonenses e pedir a carteira de vacinação dos seus filhos e netos, sair dessa conversa barata de dizer: “Vamos vacinar nossas crianças”. Em Manaus, o prefeito David Almeida, que começa a manifestar uma síndrome chamada de COMPLEXO DE DEUS, aquele que se acha onisciente , onipotente e onipresente, determinou que as crianças somente poderão frequentar as aulas presenciais apresentando a carteira de vacinação, deveria ser o primeiro a dar o exemplo. Para isso, basta obrigar todos os seus secretários e assessores a apresentar publicamente a vacinação dos seus filhos e netos, será que a adesão seria maciça? Eu duvido!

Para concluir o raciocínio, apenas dez por cento das crianças manauaras estão vacinadas, não faltam campanhas e nem esforço da prefeitura e do governo do Estado incentivando à vacinação infantil, mas falta, ratifico, confiança dos pais em levar seus filhos menores para receber algo que eles não veem necessidade. A premissa é sempre a mesma: “O que se faz por obrigação nunca é bem vindo”.


David deu uma bola fora e Wilson não entrou na sua onda, manteve a rede estadual de ensino sem a tal obrigatoriedade, ficou do lado do presidente Bolsonaro, são sinais, entende quem quiser.

Que phase!!!

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